Fonte:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/11/nova-especie-de-peixe-e-descoberta-em-corais-da-indonesia.html
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Nova espécie de peixe é descoberta em corais da Indonésia
Peixe é único por sua cor laranja e barbatanas arredondadas.Animal recebeu nome de 'Paracheilinus rennyae'.
Novo peixe budião é descoberta na Indonésia (Foto: (AP Photo/Conservation International, Gerald Allen))Um novo tipo de peixe da família Labridae foi descoberta nos corais da Indonésia. A foto foi tirada no dia 28 de julho e divulgada nesta quarta-feira (13) pela ONG Conservação Internacional.Cientistas da CI e do Centro de Pesquisas em Biodiversidade da Indonésia descobriram a nova espécie na província East Nusa Tenggara.Ela recebeu nome científico de Paracheilinus rennyae, em reconhecimento às contribuições científicas do ictiólogo Renny Kurnia Hadiaty, do Instituto de Ciências da Indonésia.Segundo a ONG, o peixe é único por sua coloração e especialmente por suas barbatanas arredondadas, além de ser geneticamente distinto de outros 16 tipos de budião, como é conhecido popularmente o grupo a que ele pertence.
Fonte:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/11/nova-especie-de-peixe-e-descoberta-em-corais-da-indonesia.html
Fonte:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/11/nova-especie-de-peixe-e-descoberta-em-corais-da-indonesia.html
Coral atacado por alga tóxica pede ajuda para peixes
Pesquisadores descobriram que peixe gobi faz papel de guarda-costas ao sentir sinal de emergência enviado por coral.
Pesquisadores descobriram que corais atacados por algas tóxicas pedem socorro a peixes “guarda-costas” que rapidamente expulsam a alga nociva, que pode matar o coral caso não seja removida.
De acordo com estudo do Instituto Tecnológico da Georgia, este peixe “solidário” responde a sinais químicos enviados pelo coral em questão de minutos, estabelecendo uma relação de simbioso. Os gobis passam a vida toda na fissura de corais, protegido de predadores e afastando ameaças ao seu hospedeiro.
Em recifes das ilhas Fiji, os pesquisadores analisaram corais da espécie Acropora nasuta . Eles observaram que corais com peixes gobis ( Gobiodon histro ), a quantidade de algas ( Chlorodesmis fastigiata ) declinou em 30% num período de três dias e o dano ao coral diminuiu de 70 a 80%. Corais que não tinham gobis não tiveram alteração no número de algas e foram mais danificados.
O crescimento das algas é o maior problema de recifes de coral e causador do maior estresse neste ecossistema. De acordo com o estudo, tanto o aquecimento global quanto a sobrepesca estimulam o crescimento das algas.
O crescimento das algas é o maior problema de recifes de coral e causador do maior estresse neste ecossistema. De acordo com o estudo, tanto o aquecimento global quanto a sobrepesca estimulam o crescimento das algas.
Mais detalhes e fotos direto na fonte:
Neurônio associado à escolha de companheiro por peixes
Neurônios TN-GnRH3 são ativados quando fêmea reconhece macho. Atividade libera moléculas que tornam fêmea aberta a relacionamento.

No peixe-arroz, neurônio TN-GnRH3 está ligado à preferência feminina por acasalar com machos que já conhece (Foto: Courtesy of Dr. Kiyoshi Naruse (National Institute for Basic Biology))
As células nervosas dos peixes desempenham um papel importante na inclinação das fêmeas em acasalar com machos que já conhecem. Esta é a descoberta de estudo conduzido por cientistas japoneses e publicada na revista “Science”.
Segundo os pesquisadores, em várias espécies de vertebrados a familiaridade social afeta a preferência feminina de acasalamento. Por meio de uma série de experimentos em aquários eles descobriram que, nos peixes, o neurônio TN-GnRH3 é que modula esta preferência feminina.
Os pesquisadores monitoraram o tempo em que o peixe-arroz japonês, também conhecido como medaka, demora para acasalar desde a primeira tentativa de cortejo. Em peixes que tenham se visto uns aos outros antes de interagir este tempo é menor, comparado com aqueles que não se viram.
Ao estudar os neurônios nos cérebros desses animais, os cientistas mostraram que quando uma fêmea reconhece um macho os neurônios TN-GnRH3 entram em atividade. Segundo os especialistas, os neurônios ficam minimamente ativos na maioria do tempo, “silenciando” o interesse de uma fêmea em um macho que nunca viu. No entanto, quando ela avista um macho que já conhece, a familiaridade visual inflama a atividade dos neurônios.
Por sua vez, a atividade destes neurônios libera ao cérebro uma enxurrada de moléculas conhecidas como peptídeos, que tornam a fêmea mais aberta a um relacionamento. Portanto, os TN-GnRH3 servem como uma espécie de portão para ativar as preferências de acasalamento e influenciam na escolha do companheiro para acasalamento.
No peixe-arroz, neurônio TN-GnRH3 está ligado à preferência feminina por acasalar com machos que já conhece (Foto: Courtesy of Dr. Kiyoshi Naruse (National Institute for Basic Biology))
As células nervosas dos peixes desempenham um papel importante na inclinação das fêmeas em acasalar com machos que já conhecem. Esta é a descoberta de estudo conduzido por cientistas japoneses e publicada na revista “Science”.
Segundo os pesquisadores, em várias espécies de vertebrados a familiaridade social afeta a preferência feminina de acasalamento. Por meio de uma série de experimentos em aquários eles descobriram que, nos peixes, o neurônio TN-GnRH3 é que modula esta preferência feminina.
Os pesquisadores monitoraram o tempo em que o peixe-arroz japonês, também conhecido como medaka, demora para acasalar desde a primeira tentativa de cortejo. Em peixes que tenham se visto uns aos outros antes de interagir este tempo é menor, comparado com aqueles que não se viram.
Ao estudar os neurônios nos cérebros desses animais, os cientistas mostraram que quando uma fêmea reconhece um macho os neurônios TN-GnRH3 entram em atividade. Segundo os especialistas, os neurônios ficam minimamente ativos na maioria do tempo, “silenciando” o interesse de uma fêmea em um macho que nunca viu. No entanto, quando ela avista um macho que já conhece, a familiaridade visual inflama a atividade dos neurônios.
Por sua vez, a atividade destes neurônios libera ao cérebro uma enxurrada de moléculas conhecidas como peptídeos, que tornam a fêmea mais aberta a um relacionamento. Portanto, os TN-GnRH3 servem como uma espécie de portão para ativar as preferências de acasalamento e influenciam na escolha do companheiro para acasalamento.
Cientistas do México encontraram uma baleia siamesa
Cientistas do México descobriram filhotes de baleias gêmeas siamesas no domingo (5). Este é, provavelmente, o primeiro caso documentado na história da humanidade de baleias cinzentas siamesas.
Segundo o site Pete Thomas Outdoors, as gêmeas nasceram na Lagoa de Scammon. Uma pesquisa feita no banco de dados do Museu de História Natural do Condado de Los Angeles apontou que casos como os dessas baleias cinzentas nunca foram revelados, apesar de já existirem registros de outras espécies com gêmeas siamesas.
Infelizmente, as baleias siamesas não sobreviveram. É provável que isso tenha acontecido porque a carcaça das gêmeas era de apenas 2,1 metros de comprimento. Baleias normais recém-nascidas têm entre 3,6 m e 4,8 metros e podem chegar a 14,9 metros quando adultas.
A carcaça das baleias siamesas foi coletada para estudos científicos. Segundo a pesquisadora Alisa Schulman-Janiger, tudo indica que as baleias nasceram de um parto prematuro.
Baleias cinzentas chegam à Lagoa de Scammon e outras lagoas ao longo da península da Baixa Califórnia, no México, após uma viagem de quase seis mil quilômetros pelas águas do Ártico. As fêmeas costumar dar à luz durante a viagem para o sul.
Veja abaixo um vídeo que mostra as gêmeas siamesas:
http://www.youtube.com/watch?v=0tMxn9LdQjc
Fonte: Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/cienc ... xico.shtml
Segundo o site Pete Thomas Outdoors, as gêmeas nasceram na Lagoa de Scammon. Uma pesquisa feita no banco de dados do Museu de História Natural do Condado de Los Angeles apontou que casos como os dessas baleias cinzentas nunca foram revelados, apesar de já existirem registros de outras espécies com gêmeas siamesas.
Infelizmente, as baleias siamesas não sobreviveram. É provável que isso tenha acontecido porque a carcaça das gêmeas era de apenas 2,1 metros de comprimento. Baleias normais recém-nascidas têm entre 3,6 m e 4,8 metros e podem chegar a 14,9 metros quando adultas.
A carcaça das baleias siamesas foi coletada para estudos científicos. Segundo a pesquisadora Alisa Schulman-Janiger, tudo indica que as baleias nasceram de um parto prematuro.
Baleias cinzentas chegam à Lagoa de Scammon e outras lagoas ao longo da península da Baixa Califórnia, no México, após uma viagem de quase seis mil quilômetros pelas águas do Ártico. As fêmeas costumar dar à luz durante a viagem para o sul.
Veja abaixo um vídeo que mostra as gêmeas siamesas:
http://www.youtube.com/watch?v=0tMxn9LdQjc
Fonte: Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/cienc ... xico.shtml
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